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Momento Agevisa destaca importância da higiene para evitar proliferação de pragas urbanas

“As edificações, as instalações, os equipamentos, os móveis e os utensílios dos empreendimentos comerciais que manipulam, preparam e fornecem alimentos, como restaurantes, lanchonetes, cozinhas industriais, refeitórios de empresas públicas e/ou privadas etc., devem estar permanentemente livres de pragas urbanas”, enfatizou a diretora-geral da Agevisa/PB, engenheira de Alimentos Glaciane Mendes na edição desta quinta-feira (01) do programa “Momento Agevisa”, veiculado dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM 1.110 e FM 105.5).

Glaciane disse que é responsabilidade dos proprietários, administradores e funcionários desses estabelecimentos a adoção de medidas eficazes e contínuas capazes de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação das pragas urbanas. “O cuidado com a higiene é obrigatório, e tem a finalidade de livrar os consumidores de contaminações decorrentes da presença de pragas que podem ser vetores de doenças graves como disenteria, difteria, salmonelose, tuberculose, entre outras”, observou.

O assunto, segundo a diretora-geral da Agevisa/PB, é tão sério que existem vários dispositivos legais disciplinando as atividades relacionadas com alimentos no Brasil. No âmbito da Vigilância Sanitária, Glaciane Mendes citou a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 216/2004, da Anvisa, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

Dentre as muitas exigências expressas no documento legal, ela destacou a obrigatoriedade de as superfícies dos equipamentos, móveis e utensílios usados na preparação, embalagem, armazenamento, transporte, distribuição e exposição à venda dos alimentos serem lisas, impermeáveis e laváveis. “Tais superfícies devem estar isentas de rugosidades, frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização e, com isso, favorecer ao aparecimento de fontes de contaminação dos alimentos”, explicou.

Para garantir as condições higiênico-sanitárias apropriadas, Glaciane disse que as operações de higienização devem ser realizadas por funcionários comprovadamente capacitados e com uma frequência que garanta a manutenção dessas condições e minimize o risco de contaminação do alimento. Segundo ela, o processo de higienização não se limita aos ambientes internos, devendo incluir as caixas de gordura, que devem ser periodicamente limpas, e o descarte dos resíduos, que deve ser feito com material adequado, de forma a não contaminar o meio ambiente.

Também devem ser tomadas precauções para impedir a contaminação dos alimentos por produtos saneantes, pela suspensão de partículas e pela formação de aerossóis. “Substâncias odorizantes e ou desodorantes não devem ser utilizadas nas áreas de preparação e armazenamento dos alimentos”, enfatizou a diretora da Agevisa/PB.

Glaciane Mendes observou, por fim, que quando as medidas de prevenção adotadas não forem eficazes, o controle químico de vetores e pragas deve ser empregado e executado por empresa especializada e com produtos regularizados pelo Ministério da Saúde. “Quando da aplicação do controle químico, a empresa deve estabelecer procedimentos pré e pós-tratamento, a fim de evitar a contaminação dos alimentos, equipamentos e utensílios”, acrescentou.

Fonte: Paraíba.com.br

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