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Infestação de besouros assusta moradores de Belo Horizonte

black beetle on brown dried grass

Foto por Fleur em Unsplash

Muitos moradores de Belo Horizonte se depararam com uma situação inusitada na quinta-feira, dia 17 de novembro: uma infestação de besouros foi vista em vários bairros da capital mineira. Relatos no Facebook indicam que os insetos foram encontrados em grande número nos bairros Coração Eucarístico, Betânia, Belvedere e Horto.

Frequentadores do BH Shopping relataram à Encontro que observaram funcionários do centro de compras tentando conter os insetos, que estavam aglomerados num dos  estacionamentos. Foram usados os pés e inseticida para “acabar” com a praga.

Os besouros também atormentaram os torcedores que estiveram no Arena Independência, no bairro Horto, para assistir à partida entre Atlético e Palmeiras, pelo Brasileirão, na noite de quinta. Fotos mostram que os insetos chegaram a infestar arquibancadas e escadas de acesso do estádio. “E a infestação de escaravelhos ontem na zona leste de BH? No Independência, durante o jogo do Galo, eram milhares deles. Alguém mais notou por aí?”, diz o publicitário mineiro Rodrigo James, no Facebook.

Segundo o portal de notícias Comunica, os besouros também teriam chegado à cidade de Sabará, que fica na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o site, os moradores do município histórico reclamaram que os insetos apareceram em grande quantidade em suas casas e que muitos não sabiam como lidar com essa infestação.

A reportagem da Encontro comparou as fotos do bichinho que está infestando a capital mineira com outras encontradas na internet. Segundo o site Insetologia, especializado em entomologia, o besouro é da espécie Euchroma gigantea, conhecido popularmente como besouro-joia gigante. O texto diz, ainda, que apesar de não possuir veneno nem ter capacidade de atacar os humanos, essa espécie é considerada uma praga urbana, já que suas larvas costumam comer as raízes e os troncos das árvores, deixando-as ocas e, consequentemente, causando o risco de queda.

Fonte: Revista Encontro

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